Ecossistema

No Brasil existe uma enorme variedade de animais. Todas as espécies têm significado para o equilíbrio da natureza. Além de importância científica, social, estética e econômica, a fauna silvestre é fundamental para a sustentabilidade dos ecossistemas. 

Entre os mais famosos animais brasileiros estão o tamanduá-bandeira, a onça-pintada, o peixe-boi, o boto-rosa e a arara-azul-de-lear. Algumas espécies não são encontradas em nenhum outro lugar do mundo. 

Somos o País da América do Sul com a maior diversidade de aves e também o que abriga o maior número de primatas, animais vertebrados e anfíbios da Terra. Estima-se que existam no Brasil mais de 11 mil espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes no país, 30 milhões de espécies de insetos e cerca de 30 mil espécies de outros invertebrados. 

As espécies de peixe de água doce somam 3 mil, um total três vezes maior que o de qualquer outro país. Na lista de espécies nativas brasileiras estão pelo menos 17% das aves e 10% dos anfíbios e mamíferos encontrados em todo o planeta. 

Apesar de toda esta riqueza, a fauna silvestre está sendo ameaçada por uma verdadeira exploração predatória. O desmatamento das florestas, a poluição das águas, o comércio ilegal de animais e a caça predatória são fatores que vêm exterminando muitos animais e diminuindo a riqueza da fauna. 

Liga das Florestas


A Liga das Florestas precisa de heróis. A fauna e a flora brasileiras estão em risco, e com elas o futuro do Brasil. Mas você pode ajudar a salvá-los. O Greenpeace lança, com outras organizações, um projeto de lei popular pelo desmatamento zero de nossas matas. Ao assinar a petição no site, e ao compartilhar e estimular seus amigos a fazerem o mesmo, você acumula pontos, ajuda a proteger um dos bens mais preciosos que o Brasil possui e ainda ganha prêmios. 

Lixões: Marcas do Interior do Brasil


Áudio retirado do documentario chamado, "Lixões: Marcas do Interior do Brasil", produzido por alunos da escola. Este vídeo participou da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente, realizada pela da Fundação Oswaldo Cruz e teve como professor responsável, João Paulo Maia em colaboração com o Laboratório de Informática da escola Gabriel.

 

Estudo mostra que seca pode afetar fluxo de água dentro de árvores

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (21) pela revista científica “Nature” aponta que uma maior frequência na quantidade de secas no planeta, consequência de alterações climáticas, poderia causar um colapso no fluxo de água existente no interior das árvores e proporcionar uma maior mortalidade de espécies. 

O transporte de água da raiz das árvores para partes mais altas ocorre por um conjunto de canais conhecido como xilema. Uma possível escassez de fluidos no solo prejudicaria o ciclo natural das árvores, que teriam de "forçar" a extração de água do solo.

De acordo com o estudo, essa sucção intensa dentro do xilema geraria bolhas de ar, que podem entupir canais que transportam água para partes mais altas da planta - um resultado que é conhecido como falha hidráulica e que pode levar à morte da árvore. 

Cientistas da Universidade de Ulm, na Alemanha, estudaram esse fluxo natural em 226 árvores localizadas em 81 diferentes locais do mundo. Eles observaram a pressão do xilema dessas espécies durante um período de estresse hídrico (ausência de chuvas). Segundo o estudo, foi constatado que metade das árvores analisadas apresentaram problemas no transporte interno de água. 

Maioria vulnerável 
Havia a expectativa de que árvores presentes em locais áridos teriam mais chances de sobrevivência por estarem adaptadas ao clima. Ao mesmo tempo, aquelas dependentes do clima úmido ficariam mais vulneráveis com uma maior escassez de chuvas. No entanto, 70% das árvores estudadas apresentaram dificuldades no funcionamento do xilema, independente de sua localização. Os cientistas afirmam que plantas com flores, também chamadas de angiospermas, correm mais risco de serem afetadas do que pinheiros e seus familiares, conhecidos com gimnospermas. 

Fonte: G1Natureza

Alunos da Escola Gabriel participam da 6ª Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente

      
     Os alunos Luan Elvis Maia Costa, João Victor da Costa texeira, Victor Mateus de Lima Ferreira e Carliana Talita da Silva, produziram um documentário sobre o processo de coleta e descarte do lixo em Icapuí e concorreram na modalidade audiovisual. A olimpíada é Promovida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), a Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (OBSMA) busca incentivar a realização de trabalhos que contribuam para a melhoria das condições ambientais e de saúde no Brasil, além de possibilitar que o conhecimento científico se torne próximo do cotidiano escolar. A mesma ocorre em duas etapas regional e nacional, na primeira concorrem os estados do Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte os trabalhos classificados nessa etapa irão para a etapa nacional e disputar com trabalhos dos demais estados brasileiros.


     Esse trabalho é uma ação do Laboratório Didático de Ciências (LDC) e foi coordenado pelo professor João  Paulo Oliveira Maia, com o grande apoio do professor Ricardo Rebouças. Durante as filmagens pode-se perceber que grande parte do  nosso lixo não é reciclado a maioria dos caminhões que realizam a coleta não são adaptados ao trabalho e os trabalhadores estão expostos a doenças oriundas do lixo que descartado no lixão equipamento completamente inadequado com grande potencial de contaminação do solo e lençol freático pelo chorume. Professores e alunos realizaram um trabalho de filmagem da coleta e descarte do lixo na cidade, com o intuito de sensibilizar a população e autoridades da importância social, econômica e ambiental que estar ligada ao lixo.



     Um dos objetivos do LDC é que os alunos construam o conhecimento por meio das atividades práticas como as visitas in loco, que proporcionam aos alunos uma maior compreensão da realidade e a observação de fenómenos.

Feira de Ciências: Curta Mangue II - Vencedor do Projeto Curta Gabriel.


O vídeo Curta Mangue é uma produção independente que surgiu com o intuito de mostrar os avanços alcançados na preservação e proteção do manguezal de Icapuí nestes últimos anos, graças a um processo de conscientização da população que vivem próximo ao manguezal, realizadas por iniciativas da Estação Ambiental Mangue Pequeno, que também promove o replantio de áreas devastadas palas ações de carcinicultores e salineiros que ali se instalaram há algumas décadas.
O Curta Mangue foi exibido durante a XIV Feira de Ciências, Arte e Cultura da Escola Gabriel, participando de competição para eleger o melhor vídeo desta Feira. O Projeto Curta Gabriel, que foi promovido e organizado pelo Professor José Nilson Félix, garantiu o primeiro lugar na modalidade Linguagens e Códigos. 
Já o vídeo Curta Mangue garantiu pela segunda vez consecutiva, o primeiro lugar na competição.
Parabéns aos talentosos alunos: Daniel Snayder, Jeová Pereira, Kelvin Iury, Antônio Henrique e Daniel Maia, que com o auxílio do professor do LEI, Ricardo Rebouças, conseguiram esta grande realização.

 Veja o vídeo